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Matraz Entornado #6

por Diana Reis da Cunha, em 12.10.15

 "Uma aventura na cantina"

 

Por entre aulas, trabalhos de grupo e toda uma panóplia de tarefas cansativas, as horas de almoço são um verdadeiro descanso para a alma dos pobres estudantes. Ou pelo menos deveriam ser. Ora vejamos: a primeira coisa que vos ocorre são as filas intermináveis não é verdade? Para o bar, para a cantina, para o microondas. Mas este é um assunto que já foi falado, as problemáticas que vos trago aqui hoje são outras! Quem nunca ficou impressionado com o nome do prato que aparece na ementa da cantina e no momento em que o visualiza sofre um enorme desconsolo?! Quem nunca se teve de contentar com uma baguete por se ter esquecido de comprar a senha na véspera?! Pois é meus caros, almoçar na faculdade pode ser tarefa árdua, diria mesmo uma aventura, desde que soube de pessoas que viram os seus almoços roubados por gaivotas. Já para não falar da subida de preços que tem sido uma constante de ano para ano. Qualquer dia, em vez de descansarmos na hora de almoço, teremos de fazê-lo mais tarde, quando as aulas estiverem a recomeçar, é provável que sejam mais tranquilas.

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Matraz Entornado #2

por Diana Reis da Cunha, em 14.09.15

Run, Forrest, Run!

 

Cá vamos nós outra vez. Ainda ontem os marcadores fluorescentes eram a única fonte de cor dos nossos dias e já estamos de volta. E depois deles, as férias de verão fizeram uma competição com o Usain Bolt, mal as vimos passar. Mas há que ver sempre o lado positivo. Confessem lá, já tinham saudades de estar duas horas na secretaria inundada de caloiros com ar perdido só para ter um carimbo num papel, 10 minutos a espera de um elevador  e 40 minutos na fila do bar. Afinal, as teorias de alguns de que tirar um curso é uma perda de tempo até têm um fundo de verdade, não são é argumentadas da melhor forma. Um mestre das teorias da conspiração diria que nada disto é aleatório, tem o propósito de nos habituar aos tempos de espera. Quem nunca disse mal da sua vida depois de encontrar os malfadados tempos de espera no meio daquele protocolo pequenino que já estava a sugerir que a aula ia acabar mais cedo? Isso é mesmo chato, principalmente se for na última aula do dia.

Bem, para todos aqueles que estão a sofrer de "depressão pós-férias", aproveitam a época de festas que se avizinha para curá-la. Mas cuidado com as aulas a que decidem aparecer na manhã seguinte. Um pequeno descuido e... está o matraz entornado!

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Magazine Cultural #3

por Diana Reis da Cunha, em 04.09.15

Categoria: Literatura

A Ilha de Victoria Hislop

Editora: Civilização

Classificação do NC: 8/10

 

Durante toda a sua adolescência, Alexis questionou-se sobre a família da sua mãe, sem nunca ter obtido respostas. Quando decide viajar para a Grécia em busca das suas origens, ficou surpreendida com a atitude da mãe, que lhe aconselhou a visitar a aldeia de Pláka, em Creta, e a procurar Fontini, uma velha amiga que lhe contaria toda a história dos seus antepassados. 

Antes deste encontro a jovem visitou a ilha de Spinalónga, atualmente deserta mas que outrora fora uma colónia de leprosos. O que ela nunca poderia imaginar é que a história que lhe seria narrada em seguida estava tão interligada com aquela ilha.

Recomendo este livro por se tratar de uma obra invulgar, forte, que aborda profundamente uma doença ainda muito presente no século XXI, quebra estigmas sociais que ainda possam existir e retrata personagens verdadeiramente inspiradoras e apaixonantes.

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Prólogo

por Diana Reis da Cunha, em 11.05.15

Mais uma semana de queima das fitas que chega ao fim. Ano após ano, milhares de estudantes esperam ansiosamente por estes dias, a cidade enche-se de cor, as noites são intermináveis e a nostalgia afeta todos de alguma forma. E num piscar de olhos, passam da serenata para o dia da garraiada, com muitos risos, muitos brindes e muitas lágrimas pelo meio, desde os que se despedem da t-shirt de caloiro até aos que já viveram de tudo e que partem, com aquele gosto de saudade.

Contudo, a semana acaba mas a vida não pára. Agora é tempo de nos reinventarmos, de fazermos mais por nós e por esta faculdade que tanto nos encheu de orgulho. Assim sendo, o Núcleo de Comunicação da AEFFUP vai aproveitar o momento para se reinventar, com novos membros, novas rubricas e periocidade de publicações nas rubricas já habituais. Queremos desta forma transmitir o que se faz na ciência dentro das nossas portas e pelo mundo fora, partilhar um pouco de literatura, cinema, música e fotografia e, para que não achem que estamos a ficar demasiado sérios, manter um toque de humor à mistura.

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